Teatro, música e acrobacias são os elementos que constituem o “Novo Circo”, modalidade na qual se insere o espetáculo “Appris par corps”, apresentado pela Aliança Francesa, no dia 16 de setembro, na CAIXA Cultural – Teatro Nelson Rodrigues. As acrobacias serão realizadas por Alexandre Fray e Frédéric Arsenault, que fazem parte da companhia francesa Un loup pour l’homme e se apresentam no Brasil pela primeira vez. O movimento nasceu em 1970, na França, empregando os aspectos teatrais do circo para contar uma história, e dramatizando os números de acrobacia. “Appris par corps” foi concebido a partir de uma visão ampliada da técnica de mão na mão. Esta peça apresenta a relação humana de dois seres onde o confronto dos corpos oscila de forma ambígua entre o vigoroso e o suave.
Com técnicas tradicionais do circo associadas a diferentes disciplinas contemporâneas o Novo circo da Companhia francesa “Um loup pour l’ homme” ocupa o Teatro Nelson Rodrigues com o vigoroso espetáculo “Appris par corps”
A virtuosidade acrobática, além de visão espetacular, coloca-se a serviço de formas inesperadas e inovadoras, em que transparecem as forças de atração e repulsa existentes entre os dois irmãos, que se confrontam fisicamente, sem cessar, durante todo o percurso que um impõe ao outro.
Serviço:
Data: Quarta-feira, 16 de setembro de 2009, às 20h
Local: Caixa Cultural Rio de Janeiro – Teatro Nelson Rodrigues
Endereço: Av. República do Chile, 230 – Centro
Preço: Inteira: R$30 e R$ 15,00 (acima de 60 anos, estudantes e clientes Caixa)
Capacidade: 388 lugares
Tel: (21) 2262-5483
Funcionamento da Bilheteria: de terça a domingo, das 15h às 20h / aceita apenas dinheiro e cheque da Caixa Econômica Federal
Classificação Etária: Livre
Metrô Carioca
Cadeiras especiais e banheiros adaptados para portadores de deficiências
Entrada de pedestre pela Av. República do Paraguai, s/n° . Estacionamento rotativo no local entrada pela Rua Silva Jardim.
O “Novo circo francês” mostra uma corrente artística que tem como base as disciplinas clássicas do circo. Aliado à performance técnica, esse novo circo privilegia uma nova estética, misturando diferentes linguagens cênicas. Um coquetel de teatro, música, dança, poesia e circo.
Nessa nova disciplina a artística, o trabalho dos artistas leva em conta a precisão da iluminação, muitas vezes a originalidade dos figurinos, o papel da música, a aparição de texto, quando necessário. São elementos que definem uma releitura do circo.
O “Novo circo” continua sendo um movimento muito forte na França, onde surgem cada vez mais companhias que tomam conta de espaços culturais onde antes não se podia imaginar um espetáculo ligado às disciplinas circenses.